Iazana Guizzo

Professora Iazana Guizzo
iazanaguizzo@fau.ufrj.br

Departamento de Projeto de Arquitetura / DPA
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Edifício Jorge Machado Moreira
Pedro Camon 550 / Cidade Universitária

English below. Español abajo.

Professora do Departamento de Projeto de Arquitetura. Coordenadora do projeto de extensão, pesquisa e ensino Floresta Cidade. Doutora em Urbanismo pelo PROURB UFRJ/ Institut d'Urbanisme de Paris. Mestre em Psicologia Social pela UFF, Arquiteta e Urbanista pela UniRitter e Bailarina Contemporânea pela Angel Vianna.

É coordenadora do laboratório Floresta Cidade FAU UFRJ e da pesquisa Floresta Cidade: plantas, mundos e corpos e integrante do Laboratório de Estudos Urbanos do PROURB UFRJ. Em uma perspectiva transdisciplinar, interessa-se por projeto participativo, poético e afetivo, pela agenda de reparação dos territórios, pela vida não-humana e por perspectivas de tempo e processos circulares. Colabora com povos indígenas e afro-diaspóricos e com práticas culturais e artísticas a fim de ampliar as noções de ciência, questionar os modos hegemônicos de praticar arquitetura e urbanismo e desenvolver modos autóctones de projetos de adaptação climática, principalmente para as cidades brasileiras.

Idealizadora da metodologia participativa corporal e afetiva de reconexão com a Terra para a concepção de projetos, Terceira Margem. Autora do livro Reativar Territórios: o corpo e o afeto na questão do projeto participativo (Quintal, 2019) e do artigo Floresta Cidade: praticar cidades e universidades vivas (Fórum UFRJ, 2024). É co-autora do livro Concepções de Natureza: interações entre espaço urbano e meio ambiente (UFRJ, 2025), dos artigos Desperto com a Guanabara: uma conversa, um cortejo, uma coroa para Iemanjá (Mesa, 2025) e do Paths of banana trees: passage of care beetwen unequal worlds (Lo Squaderno, 2023), dentre outros.

Colabora com a Universidade Indígena Útero Amotara Zabelê (2023-Atual) no sul da Bahia no território ancestral dos Tupinambá de Olivença, com participação no Laboratório de Inovação Ancestral. Realizou a Vivência Tupinambá (2024) e a construção da Maloca Útero Tupinambá, que foi convidada a integrar a exposição da 14 Bienal Internacional de Arquitetura em São Paulo (2025). Colabora com a Grande Companhia de Mystérios e Novidades na região portuária do Rio de Janeiro (2020-atual) criando com eles e outros atores da região portuária diversos projetos como a Coroa de Iemanjá (em colaboração com o Quilombo do Feital (2025), Instituto Mesa, Guerrilha da Paz, Alma Bambu e LEU PROURB) e o projeto Ponto de Floresta (em colaboração com mais de 28 atores da região portuária através do Festival Gamboa de Portos Abertos- realizando a curadoria do evento de 2023 -, Polo da Região Portuária e da Fundação Darcy Vargas). Colabora, também com a Parada 7 (2022-2025), evento político cultural que reune diversos artistas do Rio de Janeiro vinculado ao Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, ao Centro Cultural da Justiça Federal e ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, ação promovida pela Guerrilha da Paz. Além disso, colaborou com a Aldeia multiétnica Maracanã no Rio de Janeiro ao conceber e construir o espaço para a primeira infância em parceria com o TransLabUrb (2023); com a Casa Resistência Lésbica da Maré, realizando projeto e execução das duas sedes da casa (2022-2024) e com os Baniwa do Alto do Rio Negro, Amazonas, através da promoção de vivências e palestras (2023).

English

Professor in the Department of Architecture Design. Coordinator of the extension, research and teaching project Urban Forest. Doctor in Urbanism from PROURB UFRJ/Institut d'Urbanisme de Paris. Master's degree in Social Psychology from UFF, Architect and Urban Planner from UniRitter and Contemporary Dancer from Angel Vianna.

She is coordinator of the Forest City laboratory at FAU UFRJ and of the Forest City research: plants, worlds and bodies, and member of the Urban Studies Laboratory at PROURB UFRJ. From a transdisciplinary perspective, she is interested in participatory, poetic and affective design, in the agenda of territorial reparation, in non-human life and in perspectives of time and circular processes. She collaborates with indigenous and afro-diasporic peoples and with cultural and artistic practices in order to expand the notions of science, question hegemonic modes of practicing architecture and urbanism, and develop autochthonous modes of climate adaptation projects, mainly for Brazilian cities.

Developer of the participatory corporeal and affective methodology of reconnection with the Earth for project conception, Terceira Margem. Author of the book Reactivate Territories: the body and affect in the question of participatory design (Quintal, 2019) and the article Forest City: practicing living cities and universities (UFRJ Forum, 2024). Co-author of the book Conceptions of Nature: interactions between urban space and environment (UFRJ, 2025), of the articles Awakening with the Guanabara: a conversation, a procession, a crown for Iemanjá (Mesa, 2025) and Paths of banana trees: passage of care between unequal worlds (Lo Squaderno, 2023), among others.

Collaborates with the Indígena Útero Amotara Zabelê University (2023-Present) in southern Bahia on the ancestral territory of the Tupinambá de Olivença, with participation in the Ancestral Innovation Laboratory. Conducted the Tupinambá Experience (2024) and the construction of the Maloca Útero Tupinambá, which was invited to integrate the exhibition of the 14th International Architecture Biennial in São Paulo (2025). Collaborates with the Grande Companhia de Mystérios e Novidades in the port region of Rio de Janeiro (2020-present) creating with them and other actors in the port region diverse projects such as the Coroa de Iemanjá (in collaboration with the Quilombo do Feital (2025), Instituto Mesa, Guerrilha da Paz, Alma Bambu and LEU PROURB) and the Ponto de Floresta project (in collaboration with more than 28 actors in the port region through the Gamboa de Portos Abertos Festival—curating the 2023 event—, the Port Region Hub and the Darcy Vargas Foundation). Also collaborates with Parada 7 (2022-2025), a political-cultural event that brings together diverse Rio de Janeiro artists linked to the Hélio Oiticica Municipal Arts Center, the Federal Justice Cultural Center and the Museum of Modern Art of Rio de Janeiro, an action promoted by Guerrilha da Paz. Furthermore, collaborated with the multiethnic Maracanã Village in Rio de Janeiro by designing and building the early childhood space in partnership with TransLabUrb (2023); with the Casa Resistência Lésbica da Maré, carrying out the design and execution of the house's two headquarters (2022-2024) and with the Baniwa of the Upper Rio Negro, Amazonas, through the promotion of experiences and lectures (2023).

Español

Profesora del Departamento de Proyecto de Arquitectura. Coordinadora del proyecto de extensión, investigación y docencia Floresta Cidade. Doctora en Urbanismo por el PROURB UFRJ/ Institut d'Urbanisme de Paris. Maestra en Psicología Social por la UFF, Arquitecta y Urbanista por la UniRitter y Bailarina Contemporánea por la Angel Vianna.

Es coordinadora del laboratorio Floresta Cidade FAU UFRJ y de la investigación Floresta Cidade: plantas, mundos y cuerpos e integrante del Laboratorio de Estudios Urbanos del PROURB UFRJ. En una perspectiva transdisciplinaria, se interesa por el proyecto participativo, poético y afectivo, por la agenda de reparación de los territorios, por la vida no-humana y por perspectivas de tiempo y procesos circulares. Colabora con pueblos indígenas y afrodiaspóricos y con prácticas culturales y artísticas a fin de ampliar las nociones de ciencia, cuestionar los modos hegemónicos de practicar arquitectura y urbanismo y desarrollar modos autóctonos de proyectos de adaptación climática, principalmente para las ciudades brasileñas.

Idealizadora de la metodología participativa corporal y afectiva de reconexión con la Tierra para la concepción de proyectos, Tercera Margen. Autora del libro Reactivar Territorios: el cuerpo y el afecto en la cuestión del proyecto participativo (Quintal, 2019) y del artículo Bosque Ciudad: practicar ciudades y universidades vivas (Fórum UFRJ, 2024). Es coautora del libro Concepciones de Naturaleza: interacciones entre espacio urbano y medio ambiente (UFRJ, 2025), de los artículos Despierto con la Guanabara: una conversación, un cortejo, una corona para Iemanjá (Mesa, 2025) y de Paths of banana trees: passage of care beetwen unequal worlds (Lo Squaderno, 2023), entre otros.

Colabora con la Universidad Indígena Útero Amotara Zabelê (2023-Actual) en el sur de Bahía en el territorio ancestral de los Tupinambá de Olivença, con participación en el Laboratorio de Innovación Ancestral. Realizó la Vivencia Tupinambá (2024) y la construcción de la Maloca Útero Tupinambá, que fue invitada a integrar la exposición de la 14 Bienal Internacional de Arquitectura en São Paulo (2025). Colabora con la Gran Compañía de Misterios y Novedades en la región portuaria de Río de Janeiro (2020-actual) creando con ellos y otros actores de la región portuaria diversos proyectos como la Corona de Iemanjá (en colaboración con el Quilombo del Feital (2025), Instituto Mesa, Guerrilla de la Paz, Alma Bambú y LEU PROURB) y el proyecto Punto de Floresta (en colaboración con más de 28 actores de la región portuaria a través del Festival Gamboa de Puertos Abiertos- realizando la curaduría del evento de 2023 -, Polo de la Región Portuaria y de la Fundación Darcy Vargas). Colabora, también con la Parada 7 (2022-2025), evento político cultural que reúne diversos artistas de Río de Janeiro vinculado al Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, al Centro Cultural de la Justicia Federal y al Museo de Arte Moderna de Río de Janeiro, acción promovida por la Guerrilla de la Paz. Además, colaboró con la Aldea multiétnica Maracanã en Río de Janeiro al concebir y construir el espacio para la primera infancia en asociación con TransLabUrb (2023); con la Casa Resistencia Lésbica de la Maré, realizando proyecto y ejecución de las dos sedes de la casa (2022-2024) y con los Baniwa del Alto del Río Negro, Amazonas, a través de la promoción de vivencias y charlas (2023).